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7 de novembro de 2016

Black Metal e White Metal: As diferenças e a guerra ideológica.

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 13:50

Nos dias de hoje, existem tantas bandas diferentes, praticando o Metal de maneiras tão distintas, que uma infinidade de subgêneros e nomenclaturas precisam ser usadas para facilitar o reconhecimento de suas sonoridades. Dentre muitos estilos, existem alguns que se caracterizam por usar a temática como seu maior diferencial e dois deles são mestres na arte de criar polêmicas. Desde seus respectivos nascimentos, estão sempre em rota de colisão e promovem uma das mais antigas, longas e controversas discussões do mundo da música pesada. Estou me referindo ao Black Metal e White Metal.

O termo Black Metal foi usado pela primeira vez no lançamento do segundo álbum de estúdio do Venom em 1982. O título do trabalho acabou dando nome ao estilo, que teve como precursores, bandas como Bathory, Hellhammer, Celtic Frost, Bulldozer e o próprio Venom. Os temas usados por por tais grupos variam entre o Satanismo, Paganismo e Anti-Religião. O subgênero foi evoluindo e mudando com o tempo, adquiriu uma sonoridade própria com características bem específicas e se firmou como uma autêntica ramificação do Metal com a chegada de sua segunda geração.

Esta segunda leva, formada por bandas como Mayhem, Burzum, Immortal, Marduk, Darkthrone e muitas outras, além de estabelecer um padrão em termos de musicalidade também foi a responsável por uma série de polêmicas em torno do estilo, que pela primeira vez deixou de chocar o público pelo extremismo das músicas e teor das letras, e o fez ganhando as páginas policiais dos jornais, com assassinatos e queima de igrejas.

O White Metal diferente de seu estilo antagônico, não possui uma sonoridade que diferencia as bandas. Considera-se de Metal Cristão, todo e qualquer grupo que use temas religiosos e/ou ligados ao Cristianismo em suas letras, podendo este tocar qualquer um dos inúmeros subgêneros do Metal. Os primeiras bandas que se tem notícia e se auto proclamaram White Metal são a Resurrection Band, Messiah Prophet e Jerusalem. Todas de meados da década de 70.
Nos anos 80, o Stryper e outros grupos como Tourniquet, Whitecross e Tyrant, ajudaram a popularizar o estilo. Com a chegada dos 90's surgiu o Mortification, que se auto denominou uma banda de Christian Death Metal e ganhou até mesmo algum reconhecimento. Aqui no Brasil, temos alguns exemplos de bandas que praticam um Metal de qualidade e com letras Cristãs, Eterna e Destra são nomes de certa relevância e que possuem uma carreira extensa.

Muitos não aceitam o White Metal como um estilo dentro do Metal, por este ser vinculado a ideia de religião (Cristianismo) e por não possuir uma identidade musical definida, se utilizando de subgêneros já existentes e incorporando apenas a temática. Estas mesmas pessoas, ou a maioria delas, aceitam o Black Metal sem nenhum problema causando um debate de ideias infindável e cheio de autos e baixos.

Desde que acompanho o Heavy Metal, vi, ouvi e presenciei inúmeras discussões sobre o tema e obviamente muitos argumentos sem fundamento algum, tanto de um lado quanto de outro. Como em qualquer assunto em que existem ideias contrárias, existem os radicais que defendem o seu ponto de vista de maneira cega e incoerente.

Na política, esportes ou algum outro tema de cunho popular, existem pensamentos divergentes mas com fatos palpáveis ou comprovados cientificamente. Na religião não é assim, todo debate de idéias depende exclusivamente da crença e fé das pessoas, o que complica muito a situação pois, como é possível dizer o que é certo e errado, sendo que tudo é uma questão de interpretação, avaliação e opinião pessoal?

Todos sabem que tanto um estilo como o outro, não se atem apenas a questão musical. É claro que este fato não impede que simpatizantes apenas da sonoridade, ouçam uma ou outra banda por que o agrada musicalmente. Mas os verdadeiros adeptos da ideologia contida em ambos os casos, tanto no Black quanto no White Metal, é que realmente terão uma intolerância maior ou total em relação ao outro.

É natural e aceitável da parte de quem segue uma doutrina religiosa ou de anti-religião, que exista uma aversão generalizada a um gênero musical que pregue uma filosofia contrária à sua. O grande problema é que muitos possuem um enorme preconceito, principalmente com relação ao White Metal, sem ao menos fazer parte ou conhecer a fundo o que prega o Black Metal. Pessoas que gostam de Thrash, Power, Death, Hard Rock e o Metal tradicional, em grande parte, possuem uma tendência a tratar o White Metal com indiferença, descriminação e até mesmo defender o seu fim.

Em diversos locais, o Metal Cristão não é aceito e nem tolerado. Frequentemente, músicos ligados ao estilo, ou que sejam apenas simpatizantes e apoiadores, sofrem agressões morais e em muitos casos físicas. Acredito que o Metal foi feito para todos que se interessem por ele, sou da opinião de que se você não gosta ou não aprova, ao menos respeite quem tem uma visão ou ideia contrária.

A religião sempre enxergou o Rock e o Metal com uma visão bem distorcida, mas é natural que em um gênero musical tão apaixonante, até mesmo pessoas que não o veem com bons olhos, acabem se interessando e tentando embutir as suas ideias e características próprias nele. Não vejo isso como errado, e sim como uma adaptação que pode ou não agradar de acordo com a percepção e gosto de cada um. Sou extremamente contra a discriminação e marginalização de determinado estilo apenas pela não identificação com a temática abordada.

Não gosta, não ouça. Simples assim. Não queira ser o dono da verdade, ninguém é. Deixe as guerras de ideias para quem realmente esteja envolvido com um ou outro estilo. Opiniões distintas existem aos montes e a cena Metal já é bastante segregada para as pessoas a dividirem ainda mais. Com exceção de quem segue a risca as duas doutrinas, os outros não tem motivos para odiar uma pessoa simplesmente pelo gênero musical que escuta ou pratica. Intolerância e descriminação só levam o Metal a receber mais taxações e ser mais criticado e marginalizado do que já é.

Tenho perfeita consciência de que este tema sempre foi, é e continuará sendo polêmico. Muitos dentro de sua ignorância ou convicção, continuarão a desferir insultos e defender a eterna guerra entre os estilos. É um direito que tem, mas que não muda em nada o fato de que ambos possuem ótimas bandas, musicalmente falando, e o ódio ou rixa sobre os temas apresentados por ambos os subgêneros não vai diminuir o surgimento de mais grupos que continuarão a passar a sua mensagem quer queiram os radicais ou não. Ninguém é igual a ninguém e aprender a conviver com diferenças faz parte da vida. Fica a dica.

















STRESS: Tem que respeitar os PIONEIROS DO METAL BRASILEIRO !!

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 10:31
Uma coisa devemos deixar nítido aqui "O STRESS É FODA E É RESPEITADO !! " Não é de hoje que o Brasil celebra o Stress, em 1978 o mundo conhecia um dos maiores nomes do heavy metal nacional, a banda simplesmente deu uma aula de musicalidade 39 anos depois de sua primeira composição, a banda se apresentou no mês passado no majestoso teatro Maestro Waldemar Henrique no centro de Belém. 
Conhecido como Templo do Rock paraense por ter feito parte e colaborado na época para que milhares de headbangers insanos conhecesse, as bandas da época na "Era de Ouro do Rock", grandes bandas se apresentavam nos anos 80, uma reunião de amigos, conhecidos e desconhecidos. A legião dos camisas pretas invadiam a praça da Republica aos domingos pela parte da tarde e se estendia até a noite com os shows dentro do Waldemar.

No ultimo dia 16 de outubro foi para relembrar um pouco dessa época, a banda que comemora 39 anos de estrada se reuniu em uma unica apresentação no ano na cidade e fez a emoção da "velha guarda" do rock paraense, isso mesmo!!!! Em 1978 quem tinha 15 anos e em 2016 ta na casa dos 40 ou 50 anos teve um pouco da sede saciada, o ambiente pré shows no Teatro Waldemar Henrique é totalmente diferente de qualquer outro lugar da cidade. Os clássicos como Stressencefalodrama, Heavy Metal é a Lei, Sodoma e Gomorra dentre outros foram tocados para a seleta plateia que esteve presente dentro da casa. 
Vale a pena lembrar que por determinação da administração do Teatro, existia uma limitação de publico dentro do mesmo. Não deu pra quem quis! , casa cheia, reunião de amigos e muita curtição regada ao power trio paraense. 


Tem toda uma atmosfera que paira ao redor, a concentração e a diversividade do publico nos dá uma previa de que qualquer show naquele local será espetacular! 

BREVE RESUMO: 

A banda começou na cidade de Belém, capital do Estado do Pará, em outubro de 1974. André Chamon foi convidado pelo paraense Wilson Silva e pelo carioca Pedro Lobão para formar uma banda de rock. Aceitaram o convite e chamou seu amigo de infância, Leonardo Renda, para participar do projeto. Leonardo ofereceu a garagem de sua casa para os primeiros ensaios, cada um escolheu o seu instrumento e todos juntos aprenderam a tocar. Wilson e Pedro se revezavam na guitarra e baixo, Leonardo resolveu tocar teclados e André, bateria. O bumbo da bateria era torto, parecia um pingo, e por este motivo o primeiro nome da banda foi "Pinngo D'água" - com duas letras "n" para ser diferente. Antes do final do ano, Pedro voltou para o Rio de Janeiro e Paulo Lima assumiu o baixo. Tiveram, ainda, um guitarrista chamado Adonay, que o pai proibiu de tocar.

Em 1975, Wilson ouviu Roosevelt Bala cantar uma música do Led Zeppelin na escola, e o convidou para ser o vocalista da banda. A partir daí, começaram a se apresentar em festinhas de adolescentes, onde o seu som pesado causava surpresa e um certo constrangimento no público, mais chegado a Bee Gees, Donna Summer, Barry White e demais ídolos da música disco. Em 1977, com a entrada do guitarrista Pedro Valente, a banda passou a se chamar "Stress", e fez seu primeiro show com este nome em um tradicional teatro da cidade, o São Cristóvão.

Em 1978, a Stress começou a compor suas próprias músicas. A primeira delas foi "Stressencefalodrama". Nesta época, enquanto as bandas brasileiras continuavam a seguir a trilha do rock and roll e do rock progressivo, a Stress forjava o seu estilo rápido e pesado. Paralelamente, um certo movimento de bandas inglesas começava a tomar corpo e era batizado de "New Wave of British Heavy Metal" (Nova Onda do Heavy Metal Britânico), no qual despontavam nomes como Judas Priest, Saxon, Motörhead e Iron Maiden, praticamente desconhecidas pelo público brasileiro.

Como não havia liberdade de expressão no Brasil dos anos 1970, todas as letras de André Chamon eram censuradas, mas ele sempre encontrava um jeito de substituir as palavras que eram consideradas subversivas, por outras com a mesma pronúncia. Por exemplo: na letra de "O Lixo", a expressão "Lixo Humano" foi vetada porque, segundo os censores, denegria a imagem do ser humano. Bastou que ele retirasse duas letras, para que se transformasse em "Lixo mano" e fosse liberada. A música "O Oráculo do Judas", que originalmente chamava-se "Corpus Christi", também teve que ser modificada.

Em junho de 1979, o show "Uma Noite na Floresta" marcou a despedida do baixista Wilson Silva da Stress, que passou a contar com a participação de Carlos Reimão. Já bastante conhecida, a banda realiza vários shows em Belém.

No ano seguinte, em novembro de 1981, apresenta o show "Flor Atômica" no maior ginásio de esportes da cidade (o da Escola Superior de Educação Física) e um show ao ar livre em uma das principais avenidas de Belém (a Av. Doca de Souza Franco), ambos prestigiados por milhares de pessoas.

Em junho de 1982, nas vésperas de um show no Ginásio de Esportes da Universidade Federal do Pará, o baixista Reimão abandona a Stress, e o vocalista Bala resolve assumir definitivamente o baixo.

Atualmente o Stress em 2016 fez uma unica apresentação em Belém, "O Stress é uma joia do rock paraense", quando surge da o seu brilho de maneira em que todas as criticas negativas são automaticamente quebradas, tudo o que a banda lança vira hino do rock nacional, exemplo mais claro disso é Brasil Heavy Metal, que virou tema de um filme intitul. O Show no Teatro Waldemar Henrique em 2016 mostrou que ainda tem muita coisa pela frente e que nossas atuais bandas do estado tem que se inspirarem em bandas como o STRESS.

Aqui vai um vídeo teaser de tudo o que rolou no show, desde a preparação até os momentos finais. !! 
Confira: 


No vídeo vemos o esforço de toda a equipe de produção para que o espetáculo tenha acontecido, amigos, conhecidos, fãs e quem nem mesmo tenha algo relacionado foram totalmente importantes somando suas forças para que o show tenha ocorrido.

Resumindo tudo, o STRESS a cada ano, tem sido igual vinho, quanto mais se passa o tempo, fica cada vez melhor e merece todo o titulo de PIONEIROS DO METAL.
Confira os vídeos gravados no dia pela produção do Portal do Headbanger.










5 de setembro de 2016

Immortal Shape: Banda procura novo vocalista.

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 21:28


A banda paraense de Metal Moderno Immortal Shape publicou no ultimo dia 03/09 à saída de seu vocalista que por anos assumiu o posto, à banda soltou uma nota esclarecendo que não foi por motivos de brigas internas.



Agora a banda esta a procura de um novo vocalista para assumir o papel de frontman, o Immortal Shape que tem seu recente trabalho publicado na net intitulado We All Must Die !! 

4 de setembro de 2016

2 de setembro de 2016

Facewar anuncia entrada de novo integrante na banda.

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 16:52



A banda sensação do momento Facewar anunciou hoje em seu perfil de facebook que não é mais um quarteto e sim um quinteto, à banda conta agora com dois guitarristas para levar seu furioso e nervoso thrash metal old school.

"Nota:
Anunciamos que a partir de agora, estamos em um quinteto, Facewar agora possui duas cordas na guitarra, foi difícil à escolha mas temos à ciência de que foi à melhor para a banda, nosso novo guitarrista tem bastante qualidade e técnica o suficiente para abraçar nosso projeto.
Ainda não irá ser apresentado no festival Setembro Maldito na qual iremos participar no próximo dia 10 em Belém.
Estamos muito felizes pela nossa aquisição e já estamos ensaiando juntos e tão logo estamos lançando ele na cena rock paraense junto com o Tanque Insano para todos nossos amigos e admiradores.

1 de setembro de 2016

Bandas independentes: NÃO HÁ SOLUÇÃO , TEM QUE CORRER ATRÁS !

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 09:50


É chato insistir nisso, mas é a realidade: o espaço que se dá a covers e tributos é por uma questão mercadológica. As casas contratam bandas deste gênero porque atraem maior público e assim entra mais grana no caixa. E muitos músicos se propõem a fazer covers, pois ganham dinheiro para sustentar suas famílias com isso.

E é assim porque quem frequenta estas casas não quer saber de novidade, mas sim o que já está acostumado a ouvir. Eles têm este direito e não há nenhum demérito nisso. Discutir se o brasileiro precisa consumir outras formas culturais mais plurais já são outros quinhentos, que certamente tratarei em artigos posteriores.

Eu mesmo já participei de vários festivais com artistas autorais cujo público era formado por integrantes das outras bandas que iriam participar. Mas não dá pra dizer que falta espaço para tocar, pois há muitos eventos em vários lugares do país – ainda que a maioria sem cachê ou duvidosos, diga-se. Como destaquei em outros artigos, vários grupos têm botado fermento na cena, que só cresce. E numa dessas duas ou mais bandas estouram. E por outro lado, quem realmente está afim pode reivindicar seu espaço, indo atrás de oportunidades, tocando até em estação do metrô e transformar isso em um grande e inusitado evento.

Repito, não é preciso criar uma guerra entre covers, tributos e autorais, como às vezes vejo. Acredito que haja espaço para todo mundo.
Infelizmente, talvez o que não haja ainda seja público para todos. Músicos autorais, tem que batalhar por vocês mesmos, sempre com respeito ao digno trabalho dos outros.

Mas esta é minha visão. E você, sabe dizer se realmente há espaço para todo mundo?


Estou me tornando um Tiozão do Rock?

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 09:43

Por Carlos Eduardo Garrido

Há algum tempo venho querendo escrever esse texto, mas sempre me faltava tempo. Bom, o tempo ainda está me faltando, então vou tentar falar sobre o tema sem me estender muito.


Ultimamente venho notando que estou me tornando, a figura icônica de "tiozão do rock n roll". Você deve saber do que se trata e deve até conhecer alguém que em algum momento recebeu essa alcunha.

Quando era mais jovem, sempre que ia à algum show me deparava com a representação do tiozão. Aquele cara um pouco mais velho que a gente, geralmente tinha de 35 anos para cima. O que já nos parecia ser alguém bem mais velho, visto que tínhamos entre 16 e 25 anos. Essa figura mais experiente manjava demais de música pesada, mas só conhecia as bandas das antigas. Sempre que perguntado de algum som mais novo, ele torcia o nariz ou simplesmente dizia que não conhecia. O pior que muitas vezes isso acontecia até com músicas recentes das bandas antigas, que ele curtia.

Como a vida inteira gostei de pesquisar novas bandas e músicas, muito me estranhava a figura dessas pessoas "paradas no tempo", que só conheciam velharia. Porém, o tempo foi passando e cada vez mais, me vejo nessa situação. Acredito que no alto dos meus 31 anos estou me tornando o tiozão da música pesada.

Notei que com as responsabilidades da vida adulta, trabalho e família, cada vez tenho menos tempo para ir atrás de conhecer novas músicas. Nunca deixei de acompanhar sites relacionados ao assunto, mas nada próximo do que eu fazia a dez anos atrás, por exemplo.

Agora casado, nem sempre consigo colocar a música que eu quero para ouvir. Mesmo minha esposa sendo fã de rock, nem sempre ela quer ouvir determinada banda e nem todas as bandas que eu gosto, ela gosta. Têm muitas em comum, mas tem muitas outras que eu adoro e ela odeia. Além disso, mesmo que os dois gostem do mesmo disco, acontece de simplesmente um não estar afim de ouvir um som naquele momento, preferindo o silencio, a Netflix ou qualquer outra coisa. Então o tempo para a música se torna escasso.

Porém, o comportamento que mais chama a atenção e mais me deixa com o jeito do "tiozão", é que quando sobra tempo para a música, acabo ouvindo sons que já conhecia ou então sons que eu não ainda não conhecia, mas de bandas antigas. Dessa forma, fica complicado escutar bandas novas. Uma que não tenho mais tanto tempo e em segundo que tem muitas canções que são novas para mim, mas que foram gravados a 20, 30 ou 40 anos atrás. Então, eu acabo optando por escutar aquele disco do LED ZEPPELIN ou doPINK FLOYD que nunca tinha ouvido, quando não, ouço o Master of Puppets, Long Live Rock n Roll ou o Scenes From a Memory pela milésima vez.

Mas é claro que vez por outra me dou ao luxo de ouvir bandas mais novas. O problema é que em muitos casos, a síndrome de "véio paia" ataca e não acho nada muito legal. Ou é tudo muito produzido e sem alma ou não passa de mais do mesmo, ou tudo isso junto. Quer papo mais tiozão que esse? Mas é o pior é que é verdade.

Ainda assim, grupos como BLUES PILLS, VOLBEAT e THE ANSWER agradam meus calejados ouvidos e mostram que ainda vale a pena procurar novas bandas para curtir. O problema é que existem milhares de bandas novas lançando seus discos e videos no Youtube todos os dias e fazer o trabalho de peneiras isso é que complica. Mas graças a Deus ainda existem tem um pessoal talentoso formando novas bandas, mesmo que não seja fácil separar o joio do trigo, afinal, o IRON MAIDEN e seus contemporâneos estão chegando ao final de suas brilhantes carreiras.

E você o que acha disso tudo, sou um tiozão do rock, conhece alguém que seja? Que bandas novas indicariam para essas pessoas? Enquanto vocês pensam e respondem, vou colocar o A Night at the Opera para curtir mais uma vez...

27 de agosto de 2016

METAL WARRIORS PROJECT: LEVANDO O UNDERGROUND AOS 4 CANTOS DO PARÁ.

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 11:28
Edição especial do Metal Warriors Project, que é um projeto idealizado pela Fuzilator Produções em apoio com o estúdio Attack, levando e fortalecendo o Underground paraense e sendo vitrine para todas as bandas participantes.
O projeto que é de junho de 2016 já vai para sua 3º edição nesse próximo domingo (28) com o suporte da Metal Zone Productions, a ideia era sair do circuito de Belém e levar à diversas cidades do interior do estado.
Ideia essa que foi bem vinda por todos os headbangers que normalmente não tem condições de irem constantemente à capital Belém do Pará.
Essa é a primeira edição fora do circuito mais precisamente no município de Santa Isabel do Pará.
Compareça


SERVIÇO: 
Fuzilator Produções e Metal Zone Produções apresentam:
A verdadeira união Underground.
Metal Warriors (EDIÇÃO ESPECIAL).
Dessa vez a Fuzilator Produções se junta com os amigos da cidade de Santa Isabel do Pará, para seu primeiro evento fora da cidade de Belém.
Metal Warriors Project já é uma tradição da Fuzilator e nessa edição contaremos com a presença dos amigos das bandas:
Methademic - Belém
Infesto - Belém
Vaginal Torture - Castanhal
MxDxTx - Grindcore
Local já é conhecido pelos metalheads da cidade, a escola Lurdes Akel, que fica próximo do ginásio de esportes da cidade.
Vamos comparecer e fortalecer a cena rock da cidade de Santa Isabel do Pará nesse grande evento.
SERVIÇO:
Metal Warriors Edição Especial em Santa Isabel do Pará.
Com as bandas:
- Methademic (Prog Metal) - Belém
- Infesto (Thrash Metal) - Belém
- MxDxTx (Grindcore) - Santa Isabel
- Vaginal Torture (Heavy Metal) - Castanhal
- Crânio Strong ( Thrash Metal) - Santa Isabel
Entrada: R$ 10,00 venda somente na portaria.
Realização: Fuzilator Produções e Metal Zone Produções.
Apoio: Headbanger TV - Estúdio Attack - Escola Carol Akel

CELTIC FROST: ATÉ ONDE O COVER COMPETE COM A MÚSICA ORIGINAL?

Posted By: Nailton Souza - 00:11

Já não é de hoje que vemos nas mais diversas vertentes, bandas, músicos entre outros que regravam músicas de autoria dos outros, e alcançam um certo status pelo trabalho feito.

No metal não é diferente, estaremos analisando 3 cover de distintas vertentes, não é a toa que o Celtic Frost é um dos precursores do Black Metal mundial, ao lado de Venom e Hellhammer, e trazendo o seu line up sombrio e destruidor suiço, desde 1984 a banda simplesmente destroçou qualquer vestígio da época de alguém que era aspirante a headbanger a largar tudo e correr para uma pista de dance, ou discoteca, mas sium induzi-lo a usar sua cruz de cabeça para baixo e seu colete repleto de patch headbanger. Pois bem, aos fãns da mesma em questão, tem o respeito máximo para o estilo. E a me conhece, sabe que sou adepto ao Death / Thrash / Black da velha escola, com as pegadas sombrias, o Death lançou um álbum que para mim é um dos mais fodas da historia do Death/Black, o "To Mega Therion"  é um álbum digno para ser trilha de filme de terror antigo, já basta a intro do mesmo medonha, demais. Obviamente inspiração para a safra da segunda metade da decada de 80 e inicio das 90 o Celtic Frost, tem um respeito que não se descuti por isso algumas bandas resolveram re gravar a música "Circle Of Tyrants" do "To Mega Therion" e deu certo demais.
Confira:
A música original se baseia no puro Death/Black Metal old school, com o vocal grave brutal pra época, trazendo o poder, Aqui digo a perfeição da sincronia entre bateria e guitarra, nenhuma esconde a outra, baixo com suas pegadas pesadas dão a maior potência, inclusive nas partes mais lentas que começam aos 1:23 com o resto do instrumental que deve ser apreciado, inclusive o backing vocal.
Original do Celtic Frost  


Opeth - Circle of Tyrants
O Opeth resolve homenagear os caras com seu Prog Metal, ja com a pegada mais acelerada e o vocal gutural, que da a tonalidade antiga, sem perder o poder da música, podemos ver que até teclado entra na música deixando com a cara mais dos suecos, quebradas de bateria modificadas que se adeptam ao riff brutal dos Suiços, guitarra nem comento pois é o corpo fundamental para a obra, aos 2:58 vemos a cara do Opeth, a solada de ponte bem ao estilo Progressivo, só consegui identificar que era o Opeth depois dessa ponte, brincadeiras à parte o trabalho é impecável e digno de ser listado aqui.
Confira:


Bewitched - "Circle of the Tyrants"
Em 2003 o Bewitched que aparecer no mundo death metal e regrava a música com as mesmas pegadas da original, a banda de Thrash/ Black Metal da Suiça não quer desrespeitar os conterrâneos no som e resolvem fazer a sua mixagem de Thrash Metal, aonde já podemos observar no inicio da música que a guitarra bem estilo thrash, alá para quem vai tocar Speed, ou o tradicional mesmo, a sincronia de bateria com baixo fica estavel, diferente do Opeth que analisamos tem algumas quebradas no som, a mistura ficou interessante depois dos 1:42 novamente quando o vocal e o backing fazem os efeitos da morbidade da música sem o consentimento do Celtic Frost pois ficou tão foda o quanto dos originais, o backing arrista um Brutal Death Metal? hehe, a ponte do instrumental é o atrativo dessa banda, as técnicas de speed thrash com o thrash tradicional da bateria deu a cara do Bewitched.  O vocal brutalmente responde à altura todos os trechos da música.
Confira:


Obituary - Circle of the Tyrants
Não poderíamos esquecer de uma lenda do mundo death metal old school, o Obituary tem a responsa dos headbangers desde seu primeiro álbum em 1989, impecável mórbido, e muito poderoso, Jhon Tardy é referência mundial, Possessed e Death podem ter trazido o death metal à vida, mais sem o Obituary não seria tão foda quanto, a banda deu vida ao genero e explodiu pro mundo nos anos 1990, com o furioso som, arrastado e muito pesado. 
A 4º música do Cause of Death  é a Circle of Tyrants, a mudança significativa e mais agressiva mereceu o respeito dos bangers das antigas pois se passarvam exatos 6 anos desde o lançamento da música e com um empurrão principalmente do Death, o Obituary lança a música e da características próprias, como a velocidade e o vocal impecável de Jhon Tardy.  que até hoje é o melhor do estilo Death para nós. ! A guitarra insana gritando loucamente aos 3:00, uma das coisas mais fodas do Obituary.

Analisamos 3 bandas distintas mais iguais no cover, todas homenageando o Celtic Frost os pioneiros do Black Metal, observamos que não é qualquer banda que faz cover e fica tão bom e eficiente quanto o original, aqui nosso set foi baseado em uma pesquisa com algumas bandas, aonde conseguimos apenas as 3 como referência. 
Todos os quesitos foram analisados  e comparados, todos em sua respectiva vertente.
Espero que tenham curtido.







































26 de agosto de 2016

ZUMBEACH FESTIVAL: METAL NA BEIRA DA PRAIA COM NUCLEAR WARFARE.

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 19:44


Não é de hoje que Barcarena - PA se tornou um dos lugares circuitos para bandas no estado do Pará, o local é referência pela cena thrash/death metal e valorização das bandas do interior do estado, no ultimo dia 20 de agosto Barcarena recebeu pela primeira vez à visita de uma banda gringa. O Nuclear Warfare diretamente da Alemanha para Barcarena mostrou a força do verdadeiro thrash metal alemão para os headbangers presentes na cidade, e quem fez às honras da casa foram às bandas Disgrace Suicide, Juizo Final e Briga de Bar que agitaram o publico. 

O evento foi realizado na beira da praia do Caripi, muito conhecida pela sua beleza exuberante tipica paraense. 
O evento foi realizado pela NC Produções do amigo Nonato Costa que conta com nosso apoio. 

Confira um pouco de como foi o Zumbeach Festival em um vídeo teaser feito pelo Portal do Headbanger. 






VIDEO TEASER


24 de agosto de 2016

FACEWAR

Posted By: Portal do Headbanger Web Zine - 16:17





Facewar é uma banda de thrash metal 80s formada em Outubro de 2015, com membros remanescentes das bandas Morfeus e Ceifador em meados 1984, a banda leva a proposta seu furioso e nervoso thrash metal com fortes pegadas old school, a banda tem com suas influências bandas como Kreator, OverKill, Slayer entre outros nomes do thrash metal da boa e velha escola. Surgida inicialmente como uma proposta de ser uma banda "de higiene mental", seus membros visavam apenas tocar para relaxar e se descontrair em estúdio.



Patamar esse que foi alterado com a aposta de um evento, apesar de pouco tempo de estrada o Facewar já conta com membros veteranos da cena rock paraense que acreditaram em seu próprio potencial, sua atual formação conta com "Moises Machado (MOA/Morfeus e Ceifador), Lobo (Ceifador), Jorge (Mugica / Ato Abusivo), Guilherme (KILL/ Ceifador), e mais precisamente no dia 23/01/2016 à banda faz oficialmente sua estreia na cidade de Santa Luzia do Pará, ainda com um set de apenas 4 musicas, levou aos headbangers daquele pequeno município ao delírio em uma performance boa, empolgante e de banda profissional. Em seguida veio eventos como Attack Headbanger, Immortal Fest e entre outros grandes realizado por produtores undergrounds da cidade e do interior que começaram a fortalecer a ideia de sair do estúdio e investir na musica autoral.




MOA, é referência na banda e respeitado pelo seu passado
como vocalista da banda de thrash metal Morfeus (1986)
O Facewar tem boas façanhas para uma banda "novata" sendo estampada no 1º Zine Impresso do Portal do Headbanger, e ter dois webclipes na internet, o que garantiu o titulo de "banda sensação de 2016" ao lado de outras bandas que surgiram nessa mesma época. 
A temática da banda fala em suas musicas do caos da humanidade e da soberba mundo contemporâneo como dor, guerra, tristeza, pobreza e mentalidade humana.
Estampada como " Tanque de Guerra Insano ", o Facewar tem como seu simbolo o Tanque de Guerra que destrói os pensamentos mais longínquo de tudo que se opõe à sua mensagem.
Suas musicas carro chefe são The Beast e Children of Fallen, esta ultima fala sobre um ex membro que tocou com a banda e seu retrato pessoal. 
O Facewar segue em sua jornada na cena rock paraense acreditando que o atual cenário rockeiro precisa se unir para fazer acontecer, "Temos que deixar de lado esse segregamento, pois com ele ninguém consegue andar para a frente, às bandas precisam cair na real que uma precisa da outra, já que não temos apoio de nenhum orgão governamental ou empresa privada" conta MOA, vocal da banda.

FORMAÇÃO ATUAL. 

Da esq para a dir.
Moises Machado (MOA) - Vocais
Guilherme (KILL) - Bateria
Jorge(Mugica) - Baixo
Lobo - Guitarra
VIDEOS:

THE BEAST 


DELIVERED US THE ATROCIUS PEACE





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